Dalton Rothen

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O Sacramento da Eucaristia

Na última ceia, na noite em que foi entregue, nosso Salvador instituiu o Sacrifício Eucarístico de seu Corpo e Sangue. Por ele, perpetua pelos séculos, até que volte, o sacrifício da cruz, confiando destarte à Igreja, sua dileta esposa, o memorial da sua morte e ressurreição: sacramento do amor, sinal da unidade, vínculo da caridade, banquete pascal em que Cristo é recebido como alimento, o espírito é cumulado de graça e nos é dado o penhor da glória futura.

A Eucaristia é fonte e ápice de toda a vida cristã. Os demais sacramentos, assim como todos os ministérios eclesiásticos e tarefas apostólicas, se ligam à sagrada Eucaristia e a ela se ordenam. Pois a santíssima Eucaristia contém todo o bem espiritual da Igreja, a saber, o próprio Cristo, nossa Páscoa.

A comunhão de vida com Deus e a unidade do povo de Deus, pelas quais a Igreja é ela mesma, a Eucaristia as significa e as realiza. Nela está o clímax tanto da ação pela qual, em Cristo, Deus santifica o mundo, quanto do culto que no Espírito Santo os homens prestam a Cristo e, por ele, ao Pai.

Encontram-se no cerne da celebração da Eucaristia o pão e o vinho, os quais, pelas palavras de Cristo e pela invocação do Espírito Santo, se tornam o Corpo e o Sangue de Cristo. Fiel à ordem do Senhor, a Igreja continua fazendo, em sua memória, até à sua volta gloriosa, o que ele fez na véspera da sua paixão; “Tomou o pão...” “Tomou o cálice cheio de vinho...” Ao se tornarem misteriosamente o Corpo e o Sangue de Cristo, os sinais do pão e do vinham continuam a significar também a bondade da criação. Assim, no ofertório, damos graças ao Criador pelo pão e pelo vinho, fruto “do trabalho do homem”, mas antes “fruto da terra” e da “videira”, dons do Criador.

Tendo amado os seus, o Senhor amou-os até o fim. Sabendo que chegara a hora de partir deste mundo para voltar a seu Pai, no decurso de uma refeição lavou-lhes os pés e deu-lhes o mandamento do amor. Para deixar-lhes uma garantia deste amor, para nunca afastar-se dos seus e para fazê-los participantes da sua Páscoa, instituiu a Eucaristia como memória da sua morte e da sua ressurreição, e ordenou aos seus apóstolos que a celebrassem até à sua volta.

“Veio o dia dos ázimos, quando devia ser imolada a páscoa. Jesus enviou então Pedro e João, dizendo: ‘Ide preparar-nos a Páscoa para comermos’ ...Eles foram (...) e prepararam a Páscoa. Quando chegou a hora, ele se pôs a mesa com seus apóstolos e disse-lhes: ‘Desejei ardentemente comer esta páscoa convosco antes de sofrer; pois eu vos digo que já não a comerei até que ela se cumpra no Reino de Deus’...E tomou um pão, deu graças, partiu-o e, distribuiu-o a eles dizendo: ‘Isto é o meu corpo que é dado por vós. Fazei isto em minha memória’. E, depois de comer, fez o mesmo com o cálice dizendo: ‘Este cálice é a nova aliança em meu sangue, que é derramado em favor de vós’” (Lc 22,7-20).

A missa desenrola-se segundo uma estrutura fundamental que se conservou ao longo dos séculos até aos nossos dias. (desde o século II temos o testemunho de São Justino Mártir sobre as grandes linhas do desenrolar da Celebração Eucarística). Desdobra-se em dois grandes momentos que formam uma unidade básica:

· A convocação, a Liturgia da Palavra, com as leituras, a homilia e a oração universal;

· A Liturgia Eucarística, com a apresentação do pão e do vinho, a ação de de graças consecratória e a comunhão.

“Cristo Jesus, aquele que morreu, ou melhor, que ressuscitou, aquele que está à direita de Deus e que intercede por nós” (Tm8,34), está presente de múltiplas maneiras na sua Igreja: na sua Palavra, na oração da sua Igreja, “lá onde dois ou três estão reunidos em meu nome” (MT 18,20), nos pobres, nos doentes, nos presos (Mt25,31-46), nos seus sacramentos, dos quais ele é o autor, no sacrifício da missa e na pessoa do ministro. Mas sobretudo (está presente) sob as espécies eucarísticas.
Os frutos da comunhão: a comunhão aumenta a nossa união com Cristo, separa-nos do pecado e realiza a unidade do corpo místico de Cristo.

“O Senhor se torna íntimo dos que o temem, e lhes manifesta a sua aliança” (Sl 24,14)

Fonte: Catecismo da Igreja Católica. São Paulo: Editora Vozes, Edições Paulinas, Edições Loyola, Editora Ave-Maria, 1993.

Horários de Missas e Confissões na cidade de São Paulo:

Escolha a Região Episcopal ou Diocese e entre no site:

Região Santana:

http://www.regiaosantana.org.br/site/?secao=paroquias

Região Belém:

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Região Brasilândia:

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Região Ipiranga:

http://www.episcopalipiranga-sp.org/paroquia.asp?id_paroquia=21

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http://www.regiaolapa.org.br/site/?secao=paroquias

Região Sé:

http://www.regiaose.org.br/   (após abrir o link clique em “Paróquias”)

Diocese de Campo Limpo:

http://www.diocesedecampolimpo.org.br/paroquias.jsp

 

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