Dalton Rothen

Menu Principal

Facebook

O Sacramento da Confirmação

alt

No Antigo Testamento os profetas anunciaram que o Espírito do Senhor repousaria sobre o Messias esperado em vista da sua missão salvífica. A descida do Espírito Santo sobre Jesus por ocasião do seu Batismo por João Batista foi o sinal de que era ele quem devia vir, que ele era o Messias, o Filho de Deus. Concebido do Espírito Santo, toda a sua vida e toda a sua missão se realizam em uma comunhão total com o mesmo Espírito, que o Pai lhe dá “sem medida” (Jo 3,34).

Ora, esta plenitude do Espírito não devia ser apenas do Messias; devia ser comunicada a todo povo messiânico. Por várias vezes Cristo prometeu esta efusão do Espírito, promessa que realizou primeiramente no dia da páscoa (Jô 20,22) e em seguida, de maneira mais marcante, no dia de pentecostes. Repletos do Espírito Santo, os Apóstolos começaram a proclamar “as maravilhas de Deus” (At 2,11), e Pedro começa a declarar que esta efusão do Espírito é o sinal dos tempos messiânicos. Os que então creram na pregação apostólica e que se fizeram batizar também receberam o dom do Espírito Santo.

Desde então, os apóstolos, para cumprir a vontade de Cristo comunicaram aos neófitos, pela imposição das mãos, o dom do Espírito que leva a graça do Batismo à sua consumação. É por isso que na instrução cristã, a doutrina sobre os batizados e também sobre a imposição das mãos. A imposição das mãos é com razão reconhecida pela tradição católica como a origem do  sacramento da Confirmação que perpetua, de certo modo, na Igreja, a graça de Pentecostes.

Bem cedo, para melhor significar o dom do Espírito Santo, acrescentou-se à imposição das mãos uma unção com óleo perfumado (crisma). Esta unção ilustra o nome de “cristão”, que significa “ungido” e que deriva a sua origem do próprio nome de Cristo, ele que “Deus ungiu com o Espírito Santo” (At 10,38). E este rito de unção existe até nossos dias.

No rito deste sacramento, convém considerar o sinal da unção e aquilo que a unção designa e imprime: o selo espiritual.

Da celebração ressalta que o efeito do sacramento da Confirmação é a efusão plena do Espírito Santo, como foi outorgado outrora aos apóstolos no dia de Pentecostes. Por isso, a confirmação produz crescimento e aprofundamento da graça batismal:

  • Enraíza-nos mais profundamente na filiação divina, que nos faz dizer “Abba, Pai” (Rm 8,15).
  • Une-nos mais solidamente a Cristo;
  • Aumenta em nós os dons do Espírito Santo;
  • Torna mais perfeita a nossa vinculação com a Igreja;
  • Dá-nos uma força especial do Espírito Santo para difundir e defende a fé pela palavra e pela ação, como verdadeiras testemunhas de Cristo, para confessar com valentia o nome de Cristo e para nunca sentir vergonha em relação à cruz.


“Lembra-te, portanto, de que recebestes o sinal espiritual, o Espírito de sabedoria e inteligência, o Espírito de conselho e força, o Espírito de conhecimento e piedade, o Espírito do santo temor, e conserva o que recebeste. Deus Pai te marcou com o seu sinal, Cristo Senhor te confirmou e colocou em teu coração o penhor do Espírito.” (Santo Ambrósio).

Fonte: Catecismo da Igreja Católica. São Paulo: Editora Vozes, Edições Paulinas, Edições Loyola, Editora Ave-Maria, 1993.

 

A Felicidade no Trabalho

A Felicidade no Trabalho

"A mais bonita sorte, a mais maravilhosa fortuna que pode ocorrer para qualquer ser humano, é ser pago para fazer aquilo que ele apaixonadamente ama fazer." - Abraham Maslow.
Leia mais...

Áreas da Vida

Áreas da Vida

O nível global de satisfação com a vida de um indivíduo consiste da soma das satisfações que ele tem nas áreas da vida que considera importantes para si.
Leia mais...

Aconteceu

Novidades!

Confira
- Eventos,
- Entrevistas,
- Palestra,
- Novidades
Leia mais...

Livro Para Uma Vida Melhor

A busca da felicidade mobiliza permanentemente o ser humano. Muitos a procuram, porém poucos a encontram.
Afinal, é possível ser feliz?

Copyright 2012 Seminários Para uma Vida Melhor. Todos os direitos reservados.